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Luana Tavares – “Luana Tavares”

Luana Tavares – “Luana Tavares”

Tipo: Disco Álbum: Luana Tavares 9 faixas Data: 01/10/2026 Popularidade: ▲ 8

“Luana Tavares” é o primeiro álbum de estúdio da cantora e compositora de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, integrante da Mostra Reverbo. São nove músicas autorais, seis inéditas, marcadas pela percussão e em diálogo com a presença africana, a música de terreiro e a sonoridade da Mata Norte, com temas como ancestralidade, luta antirracista, feminilidade e afetos. Tem direção musical e produção de Juliano Holanda e produção artística de Mery Lemos, com participações de Isaar, Gabi da Pele Preta, Jonatas Onofre e Hélio Abulidu. Sucede o registro ao vivo “Boca da Mata” (2022) e o EP “Outro Astral” (2025), e traz os singles “Boca da Mata”, “Tomara” e “Minha Missão”.

Texto com informações de release da cantora.

Faixas do disco e faixa a faixa

1
Sabença
3:20

“É quase uma conversa, súplica, que vai buscar nas palavras a sabedoria, com musicalidade marcada pela percussão e os instrumentos de sopro, muito presentes na Zona da Mata pernambucana. As palavras se tornam o ritual, a sabedoria sendo a regente, essa mãe que dá essas respostas.”

2
Flerte part. Hélio Abulidu
3:09

“Parceria com Hélio Abulidu, é uma canção mais sensual, que traz desejos e troca de vontade, em meio à sensualidade da cumbia e música latina. É um retrato da mulher que avança. Traz mulher com outra pele, feminino exalando, energia de conquista, jogo do flerte.”

3
Minha Missão part. Gabi da Pele Preta
3:21

“Dueto com Gabi da Pele Preta, mantém a sonoridade latina. É uma canção de autoaceitação, sem muitas cobranças. Investir na gente é o caminho menos árduo de existir enquanto mulher negra.”

4
Espelho
3:46

“É mulher diante de si, já se enxerga, quer reafirmar e aterrar a descoberta de si. Uma das mais representativas do álbum, esse ijexá é uma espécie de oração sobre força e valorização de si e inclui uma potente mensagem recitada pela mãe biológica de Luana.”

5
Onde está seu coração
3:41

“É canção que convida a refletir sobre ilusão, verdade, morte, o que é eterno. Traz o coração como bússola norteadora da existência e versa sobre estar presente em si para que nada seja em vão.”

6
Boca da Mata
3:27

“Coloca o demarcador desse local de onde Luana é, com uma força imagética grande dos elementos que a norteiam. A natureza é muito presente. E é essa boca que conta, que canta, que denuncia. Instrumentalmente, é a mais robusta, com participações de todos os convidados.”

7
Tomara part. Isaar
3:09

“Com participação de Isaar, é um samba de roda sobre desejo, sobre a gente ser o outro e o outro ser a gente, e sobre precisar desejar coisas boas para quem está no caminho. É a música mais solar.”

8
Lama part. Juliano Holanda
3:32

“Parceria com Juliano Holanda, carrega um tom de desabafo e questionamento sobre sair da Zona da Mata e ir para um lugar de asfalto e de concreto, mas sem perder as referências. Você acaba sendo espremido, questionado, colocado no canto, nas margens. Você não é visto totalmente, por completo. Uso a lama no sentido figurado, coisa que as pessoas não querem tocar, se misturar. Por ter vindo de outro lugar, estar aqui e me sentir acuada, afastada, meio às margens. E a lama tem a força de fazer brotar coisas boas e bonitas. Você aprende a conviver sem deturpar sua imagem.”

9
O amor vai nos dizer part. Jonatas Onofre
2:38

“Parceria com Jonatas Onofre e Alexandre Revoredo, sintetiza tudo de uma maneira suave e bonita com versos sobre transformação, mudança e não se perder do caminho. O amor surge como a linha que entrelaça tudo isso e que faz brotar novas chances de viver.”

Ficha técnica

Lançamento
01/10/2026 · 9 faixas · ℗ 2026 Luana Tavares [dist. Tratore]
Produção
Juliano Holanda (também direção musical)
Composição
Luana Tavares, exceto “Flerte” (Luana Tavares, Hélio Abulidu), “Minha Missão” (Luana Tavares, Gabi da Pele Preta), “Lama” (Juliano Holanda, Luana Tavares) e “O amor vai nos dizer” (Alexandre Revoredo, Luana Tavares, Jonatas Onofre)
Participações
Isaar (voz), Gabi da Pele Preta (voz), Jonatas Onofre (piano), Hélio Abulidu (voz), Juliano Holanda (voz, baixo e violão)
Editora
Digi_Tratore
Produção artística
Mery Lemos
Músicos
Gilú Amaral (percussão), Nilsinho Amarante (trombone)
Coro
Mery Lemos, Mayara Pêra, Vinícius Barros
Incentivo
Funcultura Música 2022/2023 (Fundarpe / Secult-PE)

Fontes: release da cantora e ficha técnica do TIDAL.

Na imprensa

“transforma referências da Zona da Mata Norte de Pernambuco, da cultura afro-brasileira e da ancestralidade em matéria-prima para as canções”

Luana Tavares lança álbum de estreia inspirado na ancestralidade e nas raízes da Zona da Mata pernambucana
Por Eduardo Scofi · Jornal do Commercio · 02/10/2026 Matéria Ler no site original ↗

“Integrante da Mostra Reverbo, Luana constrói no álbum uma narrativa marcada pelas experiências de ser uma mulher negra nascida e criada na Zona da Mata.”

Cantora de Goiana (PE), Luana Tavares estreia álbum inspirado na ancestralidade e na Zona da Mata
Por Fátima Pereira · Brasil de Fato · 01/10/2026 Matéria Ler no site original ↗

“torna-se um manifesto sonoro que precisa ser compartilhado”

Luana Tavares reforça ancestralidade em álbum de estreia lançado nesta quinta (1º)
Por Germana Macambira · Folha de Pernambuco · 01/10/2026 Matéria Ler no site original ↗

“faz do canto uma reação melódica pela valorização da identidade e contra o preconceito racial”

Luana Tavares projeta força da mulher negra em álbum de estreia
Revista Continente · 01/10/2026 Matéria Ler no site original ↗

“o disco ecoa a presença africana na trilha sonora do Brasil, os sons dos terreiros e a sonoridade repleta de metais da música da Zona da Mata norte pernambucana”

Luana Tavares canta com Gabi da Pele Preta e Isaar em álbum autoral que ecoa sons da Zona da Mata pernambucana
Por Mauro Ferreira · Blog do Mauro Ferreira (g1) · 29/09/2026 Matéria Ler no site original ↗

“consolidando uma trajetória marcada pela valorização das raízes culturais e pela força da expressão artística”

Luana Tavares transforma ancestralidade, resistência e identidade em poderoso álbum de estreia
Blog Taís Paranhos · 01/10/2026 Release Ler no site original ↗

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