“Luana Tavares” é o primeiro álbum de estúdio da cantora e compositora de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, integrante da Mostra Reverbo. São nove músicas autorais, seis inéditas, marcadas pela percussão e em diálogo com a presença africana, a música de terreiro e a sonoridade da Mata Norte, com temas como ancestralidade, luta antirracista, feminilidade e afetos. Tem direção musical e produção de Juliano Holanda e produção artística de Mery Lemos, com participações de Isaar, Gabi da Pele Preta, Jonatas Onofre e Hélio Abulidu. Sucede o registro ao vivo “Boca da Mata” (2022) e o EP “Outro Astral” (2025), e traz os singles “Boca da Mata”, “Tomara” e “Minha Missão”.
Texto com informações de release da cantora.
“É quase uma conversa, súplica, que vai buscar nas palavras a sabedoria, com musicalidade marcada pela percussão e os instrumentos de sopro, muito presentes na Zona da Mata pernambucana. As palavras se tornam o ritual, a sabedoria sendo a regente, essa mãe que dá essas respostas.”
“Parceria com Hélio Abulidu, é uma canção mais sensual, que traz desejos e troca de vontade, em meio à sensualidade da cumbia e música latina. É um retrato da mulher que avança. Traz mulher com outra pele, feminino exalando, energia de conquista, jogo do flerte.”
“Dueto com Gabi da Pele Preta, mantém a sonoridade latina. É uma canção de autoaceitação, sem muitas cobranças. Investir na gente é o caminho menos árduo de existir enquanto mulher negra.”
“É mulher diante de si, já se enxerga, quer reafirmar e aterrar a descoberta de si. Uma das mais representativas do álbum, esse ijexá é uma espécie de oração sobre força e valorização de si e inclui uma potente mensagem recitada pela mãe biológica de Luana.”
“É canção que convida a refletir sobre ilusão, verdade, morte, o que é eterno. Traz o coração como bússola norteadora da existência e versa sobre estar presente em si para que nada seja em vão.”
“Coloca o demarcador desse local de onde Luana é, com uma força imagética grande dos elementos que a norteiam. A natureza é muito presente. E é essa boca que conta, que canta, que denuncia. Instrumentalmente, é a mais robusta, com participações de todos os convidados.”
“Com participação de Isaar, é um samba de roda sobre desejo, sobre a gente ser o outro e o outro ser a gente, e sobre precisar desejar coisas boas para quem está no caminho. É a música mais solar.”
“Parceria com Juliano Holanda, carrega um tom de desabafo e questionamento sobre sair da Zona da Mata e ir para um lugar de asfalto e de concreto, mas sem perder as referências. Você acaba sendo espremido, questionado, colocado no canto, nas margens. Você não é visto totalmente, por completo. Uso a lama no sentido figurado, coisa que as pessoas não querem tocar, se misturar. Por ter vindo de outro lugar, estar aqui e me sentir acuada, afastada, meio às margens. E a lama tem a força de fazer brotar coisas boas e bonitas. Você aprende a conviver sem deturpar sua imagem.”
“Parceria com Jonatas Onofre e Alexandre Revoredo, sintetiza tudo de uma maneira suave e bonita com versos sobre transformação, mudança e não se perder do caminho. O amor surge como a linha que entrelaça tudo isso e que faz brotar novas chances de viver.”
Fontes: release da cantora e ficha técnica do TIDAL.
“transforma referências da Zona da Mata Norte de Pernambuco, da cultura afro-brasileira e da ancestralidade em matéria-prima para as canções”
Luana Tavares lança álbum de estreia inspirado na ancestralidade e nas raízes da Zona da Mata pernambucana“Integrante da Mostra Reverbo, Luana constrói no álbum uma narrativa marcada pelas experiências de ser uma mulher negra nascida e criada na Zona da Mata.”
Cantora de Goiana (PE), Luana Tavares estreia álbum inspirado na ancestralidade e na Zona da Mata“torna-se um manifesto sonoro que precisa ser compartilhado”
Luana Tavares reforça ancestralidade em álbum de estreia lançado nesta quinta (1º)“faz do canto uma reação melódica pela valorização da identidade e contra o preconceito racial”
Luana Tavares projeta força da mulher negra em álbum de estreia“o disco ecoa a presença africana na trilha sonora do Brasil, os sons dos terreiros e a sonoridade repleta de metais da música da Zona da Mata norte pernambucana”
Luana Tavares canta com Gabi da Pele Preta e Isaar em álbum autoral que ecoa sons da Zona da Mata pernambucana“consolidando uma trajetória marcada pela valorização das raízes culturais e pela força da expressão artística”
Luana Tavares transforma ancestralidade, resistência e identidade em poderoso álbum de estreiaÉ do artista ou da equipe? Mande o release, a ficha técnica e matérias sobre este lançamento para radarreciferock@gmail.com.