De um futuro recente, com o intuito de propagar perspectivas da vivência do jovem negro pernambucano em forma de som e ruído, surge o MANJA. A energia explosiva de suas músicas ilustra a urgência em expandir o espaço para vozes periféricas além do rap, funk, e outros gêneros musicais que dão voz à população jovem e negra das periferias; tomando de volta o rock pra quem o criou, em uma de suas mais recentes faces: O Metal Moderno. TERRITÓRIO De Olinda, Zona norte da Região Metropolitana do Recife, o MANJA saúda referências do manguebeat dos anos 90, acreditando na mistura de gêneros, mensagens de auto-estima, reflexões, castelos, samples distorcidos, além de instrumentais sincopados e matemáticos. FORMAÇÃO Formada em 2016, por Saw, Berna e MagoJulho, a banda se iniciou como um grupo de estudo de um subgênero do metal moderno, o Djent. Os músicos, que já tocavam em outras bandas e produziram outros artistas musicalmente e no audiovisual, perceberam que vários grooves de metal moderno e NU Metal se encaixavam com métricas de rimas da atualidade do rap: O Trap, Grimme e o Drill. Já em 2022, depois de alguns anos de estudo e ensaios despretensiosos, o MANJA conhece Oderk, que traz uma energia de juventude e sua vivência periférica com muita força nas letras. Já em 2023, trazendo a experiência e a vivência de outras gerações do rock pernambucano, entra Sérgio Sombra, uma referência do rock pernambucano com sua história.