Nascido no Recife e criado em Olinda, Henrique Albino é compositor, arranjador, multi-instrumentista, educador, pesquisador e produtor musical. Músico da nova geração pernambucana, tem como estandarte a renovação e inovação baseada nos elementos tradicionais da música de seu estado e em teorias avançadas de composição contemporânea, passeando do dodecafonismo ao aboio e do jazz pernambucano a música eletrônica. Participa ativamente das produções dos artistas locais, assim como nacionais e internacionais, como: Elza Soares, Elba Ramalho, Orquestra Contemporânea, Amaro Freitas, Orquestra Frevo do Mundo (Caetano Veloso, Céu, Otto, Almério, Duda Beat), Guilherme Kastrup, Ensamble Chancho a Cuerda, Conexão Berlim, Spok Frevo Orquestra, Hermeto Pascoal, Itiberê Zwarg, Letieres Leite. Lançou em 2021 o álbum Música Tronxa com o Henrique Albino Quarteto onde tem como base a música pernambucana em composições contemporâneas com polirritimias, polimetrias, politonalismo, serialismo, modalismo, exploração tímbrica e a improvisação sendo adicionada às composições como um desafio a parte por conta da estrutura complexas das peças, além da interação com o público tendo em vista a compreensão e imersão nesta complexidade. Música Tronxa é um termo cunhado por Henrique Albino que caracteriza as músicas que desafiam com compõe, quem interpreta e quem ouve. Em 2022 estreou seu Festival Música Tronxa onde o objetivo é reunir e criar interações entre artistas desafiadores e inovadores.
(Fonte: Spotify — Sobre)